| Canal de Notícias do 9Ilhas.com | ||||
|
PRODUÇÃO E RENDIMENTO - Governo estima atingir 73% da média da UE Quarta-feira, 02.20.2008, 11:39am (GMT-1) O vice-presidente do Governo açoriano estima que o arquipélago possa atingir 73 por cento da média de produção e rendimento da União Europeia no final do actual período de programação financeira, em 2013.
Numa conferência de imprensa, em Ponta Delgada, para analisar a evolução da economia açoriana, Sérgio Ávila disse ontem que face aos "bons resultados" alcançados, o Executivo Regional prevê "aumentar em três pontos percentuais os objectivos de convergência para os próximos três anos" face às projecções macroeconómicas apresentadas e já aprovadas pela União Europeia. A projecção elaborada pelo Governo Regional aquando da programação do novo ciclo de fundos comunitários, em vigor entre 2007 e 2013, apontava para uma taxa de crescimento económico e de convergência com a média da União Europeia de 70 por cento, indicou. Sérgio Ávila adiantou que os dados agora divulgados pelos Eurostat vem confirmar os valores recentemente publicados pelos Instituto Nacional de Estatística (INE) relativamente ao crescimento económico dos Açores para 2005, que ao registarem uma taxa de 2,1 por cento ultrapassaram a taxa nacional de 0,9 por cento. "2005 foi mais um período em que o ritmo de crescimento da economia dos Açores foi superior à média nacional, o que aliás, vem sucedendo desde 1999", afirmou o governante, para quem os resultados indiciam que a evolução da economia do arquipélago asseguram uma "dinâmica de convergência sustentável e duradoura". Para o governante os indicadores do Eurostat demonstram que a economia açoriana voltou a crescer, aproximando-se em mais dois por cento da média europeia a 27 em matéria de Produto Interno Bruto (PIB) per capita em paridade do poder de compra, atingindo já 67 por cento. Entre 2000 e 2005, os Açores cresceram mais quatro pontos percentuais, enquanto o país verificou uma evolução inversa de três pontos percentuais, apontou Sérgio Ávila, argumentando que não podem ser feitas comparações com o crescimento da Madeira, devido ao "off shore" existente no arquipélago. |
||||