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NO PRÓXIMO FIM-DE-SEMANA - PP/Açores leva 20 delegados ao Congresso Nacional Domingo, 05.20.2007, 10:51am (GMT-1) O líder do CDS-PP Açores, Artur Lima, vai chefiar a delegação de congressistas açorianos que vão participar no XXII Congresso Nacional do partido, a ter lugar no próximo fim-de-semana, em Torres Novas, no Continente Português.
Para analisar a Moção Global de Estratégia, intitulada “Directos ao Futuro”, apresentada pelo presidente nacional, Paulo Portas, os Açores fazem-se representar por uma delegação compostas por delegados das nove ilhas. Na sexta-feira, dia 18, os congressistas assistirão a várias intervenções (presidente da Mesa do Congresso, da Comissão Política do CDS-PP de Santarém, presidente da Comissão Organizadora do Congresso e de alguns convidados estrangeiros), assim como irão proceder à ratificação das deliberações do Conselho Nacional e à apresentação, discussão e votação das Propostas de Alteração de Estatutos. No sábado, dia 19, o dia de trabalho prolonga-se com a apresentação, discussão e votação das Moções de Estratégia Globais. Para o dia 20 do corrente, vão eleger-se os órgãos dirigentes do partido para o próximo biénio, que antes da sessão de encerramento, tomarão posse. Renovar em profundidade O Congresso Nacional do CDS-PP, entre outras, vai analisar a proposta de Paulo Portas que admite a realização de uma nova reunião magna em 2008, com carácter “organizativo e estatutário” e com o objectivo de fazer uma “renovação em profundidade”. Em traços gerais, de acordo do documento que o novo líder nacional dos democratas-cristãos vai apresentar no Congresso, a secretaria-geral irá submeter à direcção uma “proposta de reforma do modelo de organização territorial e profissional do CDS”. “Se o Conselho Nacional assim considerar necessário, poderá levar à convocação de um Congresso essencialmente organizativo e estatutário em 2008 (...) Esse é o momento para permitir ao partido uma renovação em profundidade, capaz de potenciar melhores desempenhos eleitorais nas legislativas e autárquicas de 2009”, escreve Paulo Portas na sua moção. O documento estratégico de 28 páginas, reafirma, ainda, a intenção de Paulo Portas de abrir o CDS-PP ao centro-direita. Autonomia estratégica No texto, é reforçada a ideia defendida na campanha interna para a presidência do partido, ou seja, a autonomia estratégica face ao PSD. “A autonomia estratégica do CDS é essencial ao seu crescimento. O partido valerá, no conjunto do espaço não socialista, o que for capaz de afirmar e valer por si próprio. Com força, respeitam-nos; a pedir boleia, somos supletivos”, considera. Portas defende que o CDS deve ter “um plano ordenado de oposição” centrado em algumas propostas e áreas da governação. |
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