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PS/AÇORES - Rumo às próximas eleições regionais
Domingo, 04.01.2007, 11:45am (GMT-1)
Rumo às eleições Regionais de Outubro de 2008 e a um “novo ciclo de desenvolvimento dos Açores”, os socialistas presididos por Carlos César estiveram no passado fim de semana reunidos em Angra do Heroísmo. Ontem, em conferência de imprensa, Francisco Coelho, porta-voz do partido da rosa, apresentou as conclusões de mais esta jornada de trabalho.
Destacando a nova Lei de Finanças Regionais e o QRESA (Quadro de Referência Estratégico dos Açores) a vigorar até 2013, os socialistas ilhéus consideram que os açorianos estão a viver “já um ciclo de médio prazo repleto de oportunidades, de meios e de objectivos” que são para “o PS/Açores, em conjunto com as empresas e as autarquias, as Instituições Particulares de Solidariedade Social, a Administração Pública e os açorianos em geral vão cumprir e vão vencer”.
Segundo Francisco Coelho anunciou, face aos cenários optimistas do partido que suporta o Governo Regional com a maior maioria absoluta de sempre desta Autonomia, “espera-se que, em 2013, tenham sido criados 4000 postos de trabalho nos projectos apoiados pelos sistemas de incentivos; que as receitas da hotelaria atinjam os 70 milhões de euros; que os agregados domésticos com ligação à internet passem dos actuais 37% para os 70%; que haja uma aumento de 20% de pavimentos adequados da rede viária regional; que os passageiros transportados inter-ilhas por via marítima passem dos 467 mil para os 520 mil e que a percentagem da orla costeira com planos de ordenamento atinja os 100% contra 40% em 2005”.
Relativamente à oposição: “alguns, poucos, infelizmente, obstaculizaram a conquista dos instrumentos essenciais a este novo ciclo e continuam sem entender o ambicioso, mas exequível plano de desenvolvimento já em execução. Na fase dos porquês, perguntam ainda: para que é que servem as obras? E vê-los desperta-nos inquietantes recordações, quando ligamos o canal memória da RTP/Açores”, frisou o porta-voz “rosa”.
Por outro lado, o PS/Açores salienta, ao nível do sistema político, “a introdução da maior verdade ao nível da correspondência entre a vontade popular e os mandatos na nossa Assembleia” (a nova Lei Eleitoral) e o aproveitamento integral das novas competências trazidas pela revisão constitucional. Em face disso, Francisco Coelho finalizou dizendo que “os Açores prosseguem a sua caminhada de desenvolvimento material e aperfeiçoamento institucional e autonómico, com criatividade e renovadas energias”.
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