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Volta à ilha - Abrir infra-estruturas balneares para apoiar turismo da Páscoa Domingo, 04.01.2007, 11:32am (GMT-1) Não ter de esperar pelo dia 15 de Junho para ter o apoio das estruturas balneares para apoiar o turismo na Páscoa é um dos alertas lançados pelo sector.
Ontem, uma volta à ilha, com operadores e representante públicos, chamou a atenção para os principais problemas existentes nos circuitos turísticos na Terceira. Humberta Agusto Abrir as infra-estruturas sanitárias das várias zonas balneares da ilha Terceira para o pico de turistas que se regista no período da Páscoa é apenas um dos alertas levantados ontem na volta à ilha por operadores e entidades públicas. Intitulado de “Dificuldades e Soluções”, o percurso foi efectuado entre o Monte Brasil, a Baía da Salga, a Serra do Cume, a Caldeira Guilherme Moniz, as Furnas do Enxofre, Serreta, com regresso a Angra do Heroísmo pelo litoral. Tratou-se de uma iniciativa da Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH) em parceria com a Comissão Instaladora da Associação de Guia-Intérprete que quis fazer um levantamento das principais preocupações do sector e que contou com a presença de vários representantes de autarquias, governo regional, associações, etc. Em declarações ao jornal “a União”, o presidente da CCAH, Sandro Paim explicou que a iniciativa quis “reunir as entidades públicas e os operadores para analisar os problemas graves e contínuos que os passeios turísticos continuam a ter na ilha Terceira”. Sinalização, limpeza, organização, acessibilidade e encerramento de determinados pontos turísticos são, em termos gerais, os principais handicaps observados in loco. Mais circuitos com menos tempo O responsável pela estrutura representativa do empresariado aponta como uma das alterações necessárias no que diz respeito à oferta de passeios, a criação de mais variedade, com menor duração. A ideia, explica, é “criar entre 10 a 12 circuitos turísticos que, em vez das 8 horas habituais, propomos que sejam entre 4 a 5 horas”. “Desta forma, o turista pode viver a ilha e ainda aproveitar outros programas específicos”, disse Sandro Paim. Uma das principais críticas vai para a inexistência de sinalização turística, bem como para a urgência na reabilitação de fortes “alguns dos quais no abandono”. A abertura de monumentos património do Governo Regional, como o Palácio dos Capitães Generais aos turistas, além das edificações religiosas, como igrejas, ou conventos, são outras das situações que têm, no entendimento da CCAH, de ser resolvida entre as entidades responsáveis envolvidas. A criação de mais miradouros “a custos reduzidos”, aponta, é mais uma solução veiculada. Autocarros sem estradas As dificuldades colocadas às acessibilidades dos transportes turísticos na ilha Terceira foi outras das preocupações, igualmente partilhada pela Comissão Instaladora da Associação de Guia-Intérprete, na voz de Pires Borges, sendo o caso mais flagrante nas Furnas do Enxofre, cujo parque de estacionamento, causa problemas às manobras dos veículos de transportes colectivos. Outros dos principais pontos críticos vai para a falta de controlo do espaço reservado aos autocarros turísticos nas partidas e chegadas do aeroporto das Lajes. Para Pires Borges, o principal problema continua a residir naquele que é um local obrigatório para os visitantes, a Serra do Cume, que reclama, afirma, melhores acessos e um miradouro, bem como requalificar a estrada que liga o local a São Sebastião. |
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